Cristianismo Básico

Postado em Atualizado em

Título: Cristianismo Básico

Autor: John Stott

Editora: Ultimato

Onde comprar? Ultimato –  ErdosLivraria Ágape

Meu Comentário: John Stott se tornou um expoente ensinador cristão e teológo e com isso seu nome tornou-se uma referência de bons livros e uma destas obras é Cristianismo Básico. Uma leitura obrigatória para novos convertidos, ‘maduros na fé’ e para todos quanto queiram conhecer melhor a fé cristã. Nesta obra o reverendo Stott  trata dos rudimentos do Cristianismo, explicando-os em quatro partes que são as divisões do livro: A pessoa de Cristo, a necessidade do homem, a obra de Cristo e a resposta do homem. Considero um ótimo presente…

Sinopse: Muitos se opõem a qualquer coisa que tenha aspecto institucional. Rejeitam a igreja. Na verdade, rejeitam a igreja contemporânea — não Jesus Cristo. Notam uma contradição entre o fundador do cristianismo e o estado atual da igreja fundada por ele.

Alguns cresceram aprendendo sobre Jesus e as verdades do cristianismo. Mas, quando adquirem senso crítico, preferem descartar a religião recebida na infância a investigar sua veracidade.

Escrito por um dos mais importantes teólogos do último século e traduzido em mais de 50 línguas, incluindo chinês, japonês, russo e coreano, Cristianismo Básico é uma resposta a estas inquietações.

* * *

“Não é possível afirmar que as declarações do carpinteiro de Nazaré são invenção ou exagero dos autores dos evangelhos. Elas aparecem nos quatro evangelhos, e as evidências de sua veracidade são bastante consistentes e equilibradas.

Não podemos considerar que Jesus foi um grande mestre se acreditarmos que ele estava errado em relação a um dos pontos principais de seu ensino, ou seja, ele mesmo […].

Seria ele um impostor? Teria ele tentado ganhar a devoção dos homens com suas visões, alegando uma autoridade divina que não possuía? É difícil acreditar que isso possa ter acontecido.

Há uma certa ingenuidade em Jesus. Ele odiava a hipocrisia e era transparentemente sincero.

Essa sinceridade seria uma farsa? Teria ele uma imagem ilusória de si mesmo? Jesus não aparentava nenhuma anormalidade, o que seria de se esperar em uma pessoa perturbada. Seu caráter sustenta suas declarações.

Não o vemos como Deus disfarçado de homem, nem como um homem com qualidades divinas, mas como homem e Deus. Jesus foi uma pessoa histórica, com duas naturezas distintas e perfeitas, a divina e a humana. Só assim ele pode ser digno não apenas de nossa admiração, mas também de nossa adoração.”

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