espiritualidade

Entrevista #3 – Marcos Almeida (parte 2)

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No primeiro final de semana de Agosto de 2013 aconteceu a VI Conferência L’Abri Brasil em Atibaia, São Paulo, cujo o tema foi: “Fé e Sexo – sexualidade e afetividade no olhar cristão”

Marcos Almeida, vocalista da Banda Palavrantiga, foi o palestrante convidado para falar sobre: “Por Vênus ou Eros: a MPB entre dois amores rivais.”

Nesta segunda e última parte da entrevista conversamos sobre os rumos do Palavrantiga, como ocorre seu processo de composição, seu pensamento sobre o crossover, a evolução da música religiosa, o que ele lê e ouve e muito mais.

Naquele que nos chamou à vida abundante,
Zé Bruno

*Participação de Ernesto Souza.

**Se você não ouviu a primeira parte clique aqui.

Entrevista #3 – Marcos Almeida (parte 1)

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No primeiro final de semana de Agosto de 2013 aconteceu a VI Conferência L’Abri Brasil em Atibaia, São Paulo, cujo o tema foi: “Fé e Sexo – sexualidade e afetividade no olhar cristão”

Marcos Almeida, vocalista da Banda Palavrantiga, foi o palestrante convidado para falar sobre: “Por Vênus ou Eros: a MPB entre dois amores rivais.”

No final da conferência tive a oportunidade de bater um papo com ele sobre sua relação com o L’Abri, Hans Rookmaker, movimentos de adoração, Rodolfo Abrantes, Calabar, seu livro, música e muito mais.

Naquele que nos chamou para esperança,
Zé Bruno

O que é uma vida cristã desequilibrada?

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balanca comercialNuma manhã de domingo quando fiz esta pergunta aos meus alunos da Escola Bíblica Dominical, algumas pessoas entendiam o desequilíbrio na vida cristã como quando um crente vive uma vida no pecado. Todavia, quando isso acontece não há um desequilíbrio, mas uma abandono da fé e da práxis cristãs. Ainda que a pessoa mantenha a crença no discurso do evangelho, sua conduta entra em contradição com ele.

O desequilíbrio acontece quando uma parte ou um lado é mais acentuado que outro, neste caso o que ocorre é uma caricaturização da vida cristão. Isso mesmo, a vida cristã é vivida como se fosse uma caricatura, onde o exagero destaca algumas características deformando a aparência, deixando-a na melhor das intenções cômica. Leia o resto deste post »

Entrevista #2 – Gladir Cabral

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Ao lado de nomes como João Alexandre, Jorge Camargo, Stenio Marcius e outros, Gladir Cabral compõe um cast de artistas cuja cosmovisão entende que “a vida inteira é o espaço santo, no sentido de que Deus está presente“, logo suas composições têm os mais variados temas, fugindo do conceito de música gospel. Ele canta sobre a vida, as pessoas, as cidades, Deus… Sua arte não é fazer música, mas poesia musical ou música poética.

E por ocasião do aniversário de 43 anos da Igreja Batista do Pinheiro aqui em Maceió, tive a oportunidade de conhecer pessoalmente o poeta de Criciúma que atraiu minha atenção e admiração desde a primeiro vez que ouvi sua canção “Casa Grande”, uma verdadeira obra de arte.



ZB: Como se deu a sua vocação para poesia e para música?

GC: Minha vocação para a poesia e a música nascem juntas com a vocação para o ministério da Palavra. Na verdade, a vocação sim, mas eu vou me encaminhar para o ministério anos depois e a música não, pois imediatamente vou buscar o violão e vou tocar. Para o ministério da Palavra, tive de esperar o amadurecimento necessário, a confirmação da Igreja, daí foi uma construção mais longa, digamos assim. E a literatura veio no meio de tudo isso. O meu amor por ela veio com o amor pela Palavra de Deus, pelas Escrituras, também o amor pela Música Popular Brasileira, que desde pequenino vou conhecendo e gostando de ouvir. Leia o resto deste post »

Por uma Espiritualidade na Cidade

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por Igor Miguel

* Leia este texto ao som da música Sometimes you can’t make it on your own – U2

22cancer.cityroomQuem inventou a cidade? Ninrode quando fundou Babel? Os egípcios quando construíram um complexo cultural às margens do Nilo? Os gregos quando inventaram as pólis gregas? A elite comercial que no final da idade média organizam os burgos ou os americanos quando inventaram Nova Iorque? Ao invés de responsabilizar alguém pela invenção da cidade, talvez seria mais interessante encará-la em um primeiro momento como algo que está aí, que foi universalizado, por isso está sujeita à crítica e mais do que isso, ela desafia sujeitos que procuram uma espiritualidade para além dos limites do concreto, do asfalto e do aglomerado de pessoas evidentes nos grandes centros. Leia o resto deste post »

A espiritualidade cristã e a arte de ouvir Deus

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Havendo Deus, antigamente, falado, muitas vezes e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós falou-nos, nestes últimos dias, pelo Filho.

Hebreus 1.1

Photo by Melvin Gaal
Photo by Melvin Gaal

O autor de Hebreus inicia seu tratado fazendo uma declaração histórica: Deus fala! Isso mesmo o Deus de Abraão, que é o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo falou no passado e nos fala ainda hoje.

No passado Ele falou pelos profetas, por sonhos, por visões, por anjos, por animais e por situações, todavia dentre estes diversos meios, a comunicação através dos profetas tem um papel especial, visto que não eram apenas comunicadores da revelação divina, mas mediadores entre Deus e os homens.

Segundo o rabino Heschel[1] os profetas não recebiam as palavras de Deus, mas o pathos divino. O pathos é uma palavra grega que significa sofrimento, sentimento, emoção, doença, paixão etc. Assim, Deus derramava ou compartilhava seu pathos ao profeta e este traduzia em palavras Leia o resto deste post »

Para que serve a Espiritualidade?

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Título: Para que serve a Espiritualidade?
Autor: Haroldo Segura C.
Editora: Ultimato
Onde comprar? Livraria ÁgapeUltimatoErdos 
Quando li: agosto/2012
Hotsite do livro: aqui
Meu Comentário: A espiritualidade tem chamado minha atenção já há algum tempo, principalmente sua distinção da religião, por isso tenho colecionado livros que tratam desta temática.

A obra deste autor latino-americano foi uma leitura bastante agradável, tanto pelo seu modo de escrever quanto pelo conteúdo do livro, o qual conseguiu que eu desejasse lê-lo novamente.

Quem pensa em ler um livro sobre espiritualidade, cuja abordagem remete-se apenas as questões de transcendência, engana-se, Leia o resto deste post »

Crer é também Pensar

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Título: Crer é Também Pensar
Autor: John Stott
Editora: Editora ABU
Onde comprar? Ultimato – Livraria Ágape – Erdos
Quando li: junho/2012
Meu Comentário: Neste blog o Rev. Stott ou Tio John tem um lugar especial, dado a maioria dos livros aqui postados serem dele, sem falar em sua influência em minha vida.

Crer é também pensar é um clássico, apesar de ter menos de 100 páginas, mas seu conteúdo é muito relevante hoje tanto quanto foi na época em que foi proferido, há 40 anos atrás.

O objetivo principal que levou o autor a pregá-lo foi combater o anti-intelectualismo, consequência dos ritualistas que valorizavam o desempenho da igreja ao invés do Leia o resto deste post »

Sobre a Juventude e a Instituição

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By Fabricio Cunha

Abro hoje a minha caixa de e-mails e me deparo com um convite para um encontro que, em seu cabeçalho, tem a letra inteira da música do Gonzaguinha, “Eu acredito é na rapaziada”. Paro, leio, releio a estrofe que diz: “Eu acredito é na rapaziada que segue em frente e segura o rojão. Eu ponho fé é na fé da moçada que não foge da fera e enfrenta o leão. Eu vou à luta com essa juventude que não corre da raia a troco de nada. Eu vou no bloco dessa mocidade que não tá na saudade e constrói a manhã desejada”. Leia o resto deste post »

Espiritualidade Subversiva

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Título: Espiritualidade Subversiva

Autor: Eugene Peterson

Editora: Mundo Cristão

Onde comprar? Mundo Cristão – Livraria CulturaLivraria ÁgapeErdos

Quando li: out/2011 – fev/2012

Meu Comentário: Eugene Peterson tem tornado-se nos últimos tempos o meu autor preferido. Gosto de sua honestidade e simplicidade em lidar com a vida e seus desdobramentos, sem falar que ele verdadeiramente anda na contramão da cultura americana, pois não nos oferece fórmulas ou regras para se conseguir algo ou ser alguém, mas mantêm-se sempre nos “velhos” hábitos da vida cristã: oração, meditação, contemplação, comunhão, jejum etc. Leia o resto deste post »