morte

In Memoriam – Pastor Zé Neco

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Arte: Ebenézer Ferreira

A Assembléia de Deus em Alagoas está enlutada devido ao falecimento do nosso pastor, José Antônio dos Santos. Na semelhança na sexta-feira da Paixão, o dia de ontem foi de lamento e choro para muitos que tiveram a graça de conhecer este arauto do evangelho.

Pastor Neco, como carinhosamente era conhecido, ocupou os cargos de presidente da União dos Ministros das Igrejas Assembléias de Deus no Nordeste (UMADENE), vice-presidente da Convenção Geral das Assembléias de Deus no Brasil (CGADB) e por quase 30 anos como pastor presidente das AD’s em Alagoas. Mas seu maior serviço prestado foram os quase 53 anos em que serviu no ministério pastoral em diversas igrejas do interior a capital, onde concluiu seu ofício na igreja do bairro do Farol, como pregador da Palavra.

Desde a minha adolescência via o carinho com que os irmãos falavam sobre este pastor cujo nome era sempre associado a integridade, sabedoria e aconselhamento. Sua casa estava de portas abertas para receber todos que ali chegavam quer para se hospedar, quer para se aconselhar. Era um homem acessível, hospitaleiro e que sabia ouvir.

Minhas lembranças acerca do Pastor Neco são em sua maioria associadas a outros nomes. Pessoas que compartilharam trechos de suas pregações, conselhos que receberam e experiências que ele viveu. No entanto trago comigo a de um encontro que tive com ele. Na ocasião, contou-me de um irmão que numa oração, pediu a Deus para que se houvesse algo nele que não estivesse agradando o Senhor, que este o relevasse. A noite o irmão sonhou que abria a Bíblia e procurava um texto para pregar, e o único texto que encontrava era o salmo 125. Todavia quando tentava pregá-lo, não conseguia. Ao acordar, o irmão ficou pensando no significado do sonho e o discernimento que teve foi que ele não estava confiando no Senhor. Após este relato, pastor Neco riu e disse “sabe quem era este homem? Eu!” Leia o resto deste post »

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In Memoriam – Pastor Sóstenes Apolo (Sostão)

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Arte: Helyézer Coutinho
Arte: Helyézer Coutinho
A primeira vez que a igreja ficou de luto foi com morte do “Cabeça”, apesar de ter sido um luto de curtíssima duração foi um luto. Não é de estranhar que uma igreja fique enlutada principalmente porque fomos criados para chorarmos na dor e gargalharmos na alegria.O luto de uma igreja cuja esperança transcende a morte é por causa do amor, dos afetos que se tinha por aquele(a) que “se distanciou”. Não há luto sem afetos, o que há é respeito ao momento.Hoje a igreja do “Novo Dia“, aquela que está do lado em que o sol nasce, passa por um “eclipse”, pois seu amado pastor Sóstenes Apolo, depois de 2 meses de luta contra o câncer, partiu para estar com o “Cabeça” na noite de ontem. Leia o resto deste post »