Sandro Baggio

Conferência Oxigênio 2013 – Resumão

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No último final de semana do mês de setembro, como tem acontecido desde sua primeira segunda edição, aconteceu a 4º Conferência Oxigênio em Recife, Pernambuco.  O evento foi sediado no Teatro Luiz Mendonça, em frente a praia de Boa Viagem.

Com o tema “Vou à Luta”, esta edição buscou tratar sobre a necessidade que nós cristãos temos de irmos as ruas pela causa do evangelho, mas sem reduzir isso a ações evangelísticas ou só de justiça social.

A abertura contou com a preleção do Sandro Baggio que falou sobre as armas que precisamos para irmos a luta: o amor, a fé, a oração e a esperança. Logo após houve a excelente apresentação do Paulo César Baruk que nos deu um show de primeira (há quem comparou seu show com o do Bruno Mars!!!).

No sábado o pastor Halley Franco falou sobre “O Jovem e as Missões Transculturais”, exortado-nos ao engajamento missionário: “Nós temos que nos engajar para alcançarmos a vida mais distante.” Em seguida, Guilherme de Carvalho subiu ao palco para nos falar sobre “O cristão e os movimentos sociais”, nesta plenária falou sobre o Reino de Deus e disse: “Nós precisamos saber que nós não trazemos Leia o resto deste post »

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Crentes Cachaceiros

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por Sandro Baggio

“i think back to the time when i wouldn’t drink wine
and they taught me wrong and right and black and white…”
– Fine Art of Friendship, King’s X

crentes-cachaceiros-2Em maio de 1990 eu era missionário da OM e estava à bordo do navio Logos II. Estávamos ancorados em Bremenhaven, porto da cidade de Bremen no norte da Alemanha. Uma noite, ao sair com amigos para conhecer aquela bela cidade, fomos ao Marktplatz que estava lotado de pessoas. Parecia uma Oktoberfest (apesar de eu nunca ter ido a uma). A OM tinha uma lei-seca, ou seja, nenhum de seus missionários tinha permissão para ingerir bebidas alcoólicas enquanto estivesse trabalhando com a organização. Mas alguém sugeriu que, estando naquele local, devêssemos tomar algo. Eu não sabia exatamente o que beber e, diante de minha indecisão, foi sugerido uma cerveja doce. A ideia soou agradável e aceitei. Logo que chegou, tomei a cerveja de tonalidade bem clara, servida num copo semelhante a uma pequena taça, diferente das canecas servidas aos outros da mesa (e bem menor que estas!). Bebi tranquilamente. E fiquei bêbado como uma égua. Ao retornar para o navio, subi o passadiço com muito cuidado e passei pelo vigia noturno calado, orando para que ele não notasse meu estado. Além de me deixar muito envergonhado, aquela situação trouxe-me lembranças dolorosas da infância. Leia o resto deste post »