teologia

Por quê não assino? Objeções ao Manifesto de Evangélicos pelo Estado de Direito — Iniciativa do Missão na Íntegra

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GcLSZeRqO manifesto emitido pelo Missão na Íntegra termina com um espaço para ser assinado por aqueles que o endossam. Não será o meu caso! Embora concorde com alguns pontos, não posso assinar a carta porque há, lamentavelmente, uma tendência pró-governo (leia-se PT). O manifesto soa como um eco da defesa da situação. Além disso não o assino devido a parcialidade do documento, o qual não representa a pluralidade de opiniões, que afirma haver no própriomovimento. No entanto deixo claro que tal postura em nada tem a ver com a Teologia da Missão Integral (TMI), mas da opinião de ALGUNS irmãos que compõe o movimento da Missão Integral. Eu lamento profundamente que a TMI seja usado como simbolo de posições ideológicas. Falo isto porque a teologia não precisa de uma ideologia pra viver. Leia o resto deste post »

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Não podemos confundir Missão Integral com Teologia da Missão Integral.

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A TMI é uma teologia latino-americana, que está em desenvolvimento, e surgiu antes do Pacto de Lausanne, mas tem nele seu principal documento histórico-teológico. Embora reivindique o “Reino de Deus” (Ladd) como sua chave-hermenêutica é acusada de ser uma teologia inconsistente por não possuir um método hermenêutico como sua “prima” a Teologia da Libertação (ver-julgar-agir). Além de sofrer duras críticas por causa da influência marxista de boa parte dos seus teólogos latinos-americanos.

A MI é ação missionária, que não se limita a evangelização, mas ocupa-se também com a responsabilidade social, lembrando que o ‘kerigma’ tem prioridade lógica sobre a ‘diaconia’, a qual poderá ter prioridade temporal sobre o ‘kerigma’. Seu agente não é apenas o missionário, mas a igreja como um todo. Sua atuação não se limita ao atravessar fronteiras geográficas, mas de outras naturezas também para ajudar tanto os de lá quanto os de cá. A Missão Integral não está a cargo de uma igreja (local ou denominação), mas da Igreja (de Cristo), que a executa não apenas naquilo que faz, mas também naquilo que é – povo de Deus. A MI é “o evangelho todo, para o homem todo e para todos os homens”.

Acerca dos Dons Espirituais, eu vos escrevo:

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Tanto pentecostais quanto continuistas creem na atualidades do dons espirituais. Dentre os apresentados na lista da primeira carta de Paulo aos coríntios, os dons de profecia, interpretação de línguas, palavra de conhecimento e a de sabedoria trazem consigo uma mensagem, uma revelação.

Em nenhum momento a crença na contemporaneidade dos dons admite, que as “revelações” que surgem deles tenham a mesma autoridade que as Escrituras Sagradas, pois estas são inerrantes e aquelas sempre estarão ‘sub judice’ a dois critérios: o da coerência bíblica e o do tempo.

Em hipótese alguma alguma os dons espirituais devem ocupar um lugar especial nas reuniões do povo de Deus ou aqueles por onde os dons de manifestam devem serem vistos como uma classe especial de cristãos ou se verem assim, porque não o são!

Os dons espirituais não são autônomos ao texto sagrado, antes devem estar submissos as orientações bíblicas para as suas manifestações, digo isso porque ninguém que seja usado com algum desses dons fica em êxtase, se assim for, tais manifestações não são bíblicas, pois a teologia paulina diz: “o espírito do profeta está sujeito ao profeta” e só lembrando o espírito do profeta não é o Espírito Santo, mas seu próprio espírito!

Por fim, o fim dos dons é sempre a edificação do outro e no caso do de profecia também pode ser a exortação e a consolação. Nada mais que isso e apesar de cremos na revelação bíblica acerca do dons espirituais, não devemos ignorar o papel das Escrituras nas nossas vidas e nos nossos ajuntamentos.

Naquele que nos forma pela Sua Palavra,
Zé Bruno

O Conhecimento de Deus – C.H. Spurgeon

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Em 7 de janeiro de 1855 o ministro da capela da rua New Park começou seu sermão matinal do seguinte modo:

Spurgeon-PreachingJá foi dito por alguém que “o estudo adequado da humanidade é o próprio homem”. Não me oponho à idéia, mas creio ser igualmente verdadeiro que o estudo correto do eleito de Deus é Deus; o estudo apropriado ao cristão é a divindade. A mais alta ciência, a mais elevada especulação, a mais poderosa filosofia que possa prender a atenção de um filho de Deus é o nome, a natureza, a pessoa, a obra, as ações e a existência do grande Deus, a quem chama Pai.

Nada é melhor para o desenvolvimento da mente que contemplar a divindade. Trata-se de um assunto tão vasto, que todos os nossos pensamentos Leia o resto deste post »

O Problema do Mal no Antigo Testamento – O Caso de Habacuque

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Título: O Problema do Mal no Antigo Testamento – O Caso de Habacuque
Autor: Luiz Sayão
Editora: Hagnos
Onde comprar? Livraria Ágape – HagnosErdosLivraria Cultura
Quando li: julho/2012
Meu Comentário: Desde a primeira vez que ouvi Luiz Sayão, fiquei admirado com a facilidade com que ele tratava temas difíceis pelo menos para um leigo como eu.

Este é o primeiro livro que leio dele e sobre um tema bastante interessante e que veio a calhar para a temática deste trimestre para aqueles que adotam a lições bíblicas da CPAD.

Apesar de não entender alguns pontos abordados no livro, que são os comentários linguísticos sobre tradução, pois nunca estudei hebraico, já que o autor trata versículo Leia o resto deste post »

Ed Rene Kivitz – Fala sobre Teísmo Aberto

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Alguns pastores brasileiros abraçaram a Teologia do Teísmo Aberto que nega a onisciência, onipotência e onipresença de Deus, ou como queiram seus adeptos, apresenta uma nova percepção destes atributos incomunicáveis de Deus.

Dentre estes cogita-se o nome do pastor Ed René Kivitz, o qual é citada na enciclopédia Wikipédia no artigo Teísmo Aberto como um dos defensores desta crença da “abertura de Deus’.

Durante o seminário Missão na Íntegra realizado na Assembléia de Deus em Pindamonhangaba (São Paulo), o pastor Kivitz responde a pergunta sobre “sua” relação com a Teologia do Teísmo Aberto.

Confira!

Apocalipse & eu

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De todas as doutrinas da teologia sistemática a que menos me atraiu foi a escatologia. Isso por dois motivos: as suas diversas escolas de interpretação e se creio que Jesus vai voltar, então não me interesso tanto como isso irá acontecer.

Pensar desta maneira influenciou minha relação com o livro do Apocalipse, no qual raramente me detinha para meditar e pensar a vida cristã, com exceção do capítulo 2 e 3, que registram as sete cartas para as igrejas da Ásia Menor. Leia o resto deste post »